Renan Santos, candidato à Presidência da República pelo partido Missão, comentou neste domingo (30/8) a decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que adiou o julgamento do processo do registro de sua candidatura. Segundo Renan, trata-se de um problema interno no sistema que já foi resolvido há bastante tempo.
Renan explicou ainda que o registro das redes sociais apresentou complicações para vários candidatos, mas garantiu que as suas informações estavam devidamente registradas.
Ele afirmou que sua campanha é uma das mais modestas entre os candidatos principais, financiada apenas por doações privadas, e que seu time usa principalmente o talento e a capacidade de comunicação para divulgar a candidatura. “Eu posso não ser candidato porque estou sendo acusado de abuso do poder econômico, mas as campanhas dos outros estão gastando centenas de milhões de reais. Peço que continuem divulgando e apoiando, pois acredito que a Justiça será justa neste caso.”
Por sua vez, o ministro Dias Toffoli justificou o adiamento do julgamento, previsto para iniciar na segunda-feira (31/8), apontando indícios de irregularidades nos perfis de redes sociais informados pelos candidatos da chapa, Renan Antônio Ferreira dos Santos e Aroldo Medina. No pedido de adiamento, mencionou que foram apresentados 18 perfis nas redes sociais como complemento às informações do registro, gerando dúvidas quanto à legalidade dos dados fornecidos.
O julgamento foi retirado da pauta para permitir que as questões levantadas sejam melhor analisadas antes do prosseguimento do processo.




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