Raquel Lyra, candidata à reeleição ao Governo de Pernambuco, foi alvo de cartazes ofensivos que circularam nas redes sociais e nas ruas do Recife. As peças faziam acusações falsas ligando a morte de seu marido, Fernando Lucena, a questões eleitorais, o que causou grande repercussão e revolta.
Em vídeo, a governadora expressou indignação com os ataques pessoais que envolveram sua família e classificou as ações como atos de crueldade. Ela pediu respeito e denunciou a situação como violência política.
Reação da oposição
O principal adversário de Raquel Lyra na disputa, João Campos (PSB), também repudiou a circulação dos cartazes, definindo-os como absurdos. Ele ressaltou que qualquer tentativa de vincular esses materiais à sua campanha será enfrentada judicialmente. Campos destacou ainda a importância de respeitar as famílias em momentos delicados, citando a morte de seu próprio pai durante uma eleição.
Solidariedade e denúncia
Várias lideranças políticas manifestaram apoio a Raquel Lyra. O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), defendeu a investigação dos responsáveis pelos ataques e afirmou que a lei deve punir os autores. A senadora Damares Alves (Republicanos) destacou o aumento da agressividade na política e a questão do respeito à vida pessoal das mulheres.
Também houve apoio do candidato à Presidência Romeu Zema (Novo), que atribuiu a ofensiva a determinados grupos políticos e elogiou a gestão da governadora. O candidato Ronaldo Caiado (PSD) condenou a truculência presente na disputa eleitoral em Pernambuco.
Investigação
A equipe de campanha de Raquel Lyra registrou boletim de ocorrência junto à Polícia Civil, e a Polícia Federal foi acionada para apurar a autoria dos cartazes e garantir responsabilização por essa violência política.




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