Membros da Oposição no Congresso Nacional trabalham para formar uma Comissão Parlamentar Mista de Investigação (CPMI) que tenha como foco Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Carlos Viana, senador pelo PSD de Minas Gerais e candidato à reeleição, lidera o esforço para viabilizar esta CPMI. Ele publicou nas redes sociais que as assinaturas para o pedido têm avançado de forma positiva.
O senador afirmou que seu objetivo é estabelecer uma CPMI forte e com amplo apoio no Congresso, capaz de investigar os fatos com independência, solicitar documentos, ouvir os envolvidos e seguir todas as conexões relevantes.
Ele também ressaltou que a investigação deve ocorrer sem intimidações ou bloqueios, mantendo a transparência e o respeito à legalidade. Neste momento, não estão sendo divulgados os nomes dos parlamentares que apoiam a iniciativa para evitar pressões políticas antes da oficialização do pedido.
Carlos Viana ainda protocolou junto ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, um pedido para aprofundar as investigações e garantir a preservação das provas relativas ao caso.
Recentemente, o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), que passou a ser vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), defendeu o indiciamento de Lulinha durante sessão da CPMI do INSS.
Para que a CPMI seja instalada, é necessário que 171 deputados e 27 senadores assinem o requerimento e que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), autorize o início dos trabalhos.
Lulinha é investigado em três inquéritos autorizados pelo STF, que apuram possíveis esquemas de favorecimento a empresas ligadas a órgãos federais, como o Ministério da Saúde e a Dataprev. A apuração também envolve conexões entre a empresária Roberta Luchsinger e o ex-chefe de gabinete do presidente Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola.




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