O dólar registrou alta de 0,28% em relação ao real nesta terça-feira (1º/9), sendo cotado a R$ 5,19. Na segunda-feira, a moeda americana caiu 0,31%, fechando a R$ 5,17.
O mercado cambial é influenciado por dois principais fatores de tensão. O primeiro é o agravamento do conflito entre os Estados Unidos e o Irã, que impulsiona o preço do petróleo. Esse aumento no custo do barril contribui para a elevação das pressões inflacionárias em várias partes do mundo.
O segundo fator é a possibilidade crescente, segundo analistas, de aumento na taxa de juros nos Estados Unidos, o que também afeta o câmbio global.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a moedas fortes como o euro, o iene e a libra esterlina, subia 0,20% às 9h30, alcançando 99,62 pontos, refletindo movimento similar frente ao real.
O preço do petróleo no mercado internacional superou os US$ 90 por barril. Por volta das 9h35, o Brent, principal referência internacional, estava cotado a US$ 92,39, um avanço de 4,55%. O West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, subiu 2,53%, chegando a US$ 87,93.
No cenário interno, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026, valor ligeiramente superior às expectativas do mercado, que era de 0,4%. A economia nacional movimentou R$ 3,4 trilhões no período.




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