Wilson Grassi, candidato do Democrata à Presidência da República, apresentou seu plano de governo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), denominado “Brasil em Primeiro Lugar”. O projeto se baseia no método D35, que busca desburocratizar, desonerar, digitalizar, democratizar e desenvolver o país.
Na área econômica, Grassi defende a criação de um imposto único, cobrado automaticamente nas movimentações financeiras, além da isenção do Imposto de Renda (IR) para pessoas que recebem até cinco salários mínimos.
Quanto ao mercado de trabalho, o candidato quer eliminar o desconto previdenciário na folha de pagamento para reduzir os custos da contratação formal.
Na educação, o plano prevê que a União forneça apoio financeiro e técnico às escolas municipais, condicionando os recursos aos resultados da alfabetização avaliados por exames externos.
Em relação à moradia, Grassi propõe facilitar o acesso à casa própria para quem mora de aluguel, permitindo que pessoas com histórico regular de pagamentos consigam financiamentos habitacionais com parcelas equivalentes ao valor do aluguel.
O candidato também declarou ter R$ 50 milhões em bens, informados em categoria única denominada “Outros bens e direitos”, que inclui imóveis e participações em empresas, sem detalhamento individual.




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