O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), acompanhou o voto da ministra Cármen Lúcia e se posicionou contra um pedido de liberdade para Jair Bolsonaro, apresentado por um advogado que não faz parte da defesa do ex-presidente.
O habeas corpus foi protocolado por Claudio Leme Cavalheiro, que alegou constrangimento ilegal no processo contra o ex-chefe do Planalto e solicitou que a Suprema Corte reconhecesse uma suposta coação ilegal à liberdade.
Porém, a defesa oficial de Bolsonaro não autorizou essa iniciativa e não reconheceu o pedido apresentado. A relatora, Cármen Lúcia, destacou que Bolsonaro possui advogados legalmente constituídos e que a equipe rejeitou o pedido.
Ela afirmou que qualquer pessoa pode apresentar ação de habeas corpus, mesmo sem autorização, desde que não vá contra a vontade do paciente.




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