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O que se sabe sobre a morte da médica Gassi Paola em Maringá

O que se sabe sobre a morte da médica Gassi Paola em Maringá
Foto: Gassi Mazia trabalhava em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Sarandi. Foto: Reprodução/Facebook

A morte da médica Gassi Paola de Souza Mazia, de 37 anos, causada por facadas em seu apartamento em Maringá, no Norte do Paraná, está sendo investigada pela Polícia Civil do Paraná como feminicídio. O crime aconteceu na noite de sábado, dia 5, e chocou a região.

O principal suspeito do assassinato é um homem de 25 anos que mantinha um relacionamento com a médica. Ele é pai do filho de oito meses que estava no apartamento no momento do crime.

Bebê no apartamento

Um fato que chamou atenção na investigação foi a presença do filho do casal no imóvel. Segundo a polícia, depois de atacar Gassi, o suspeito colocou o bebê para dormir e deixou o local. A criança ficou no apartamento até a chegada dos policiais, acionados pelos vizinhos que ouviram o choro do bebê.

Condições encontradas no local

O delegado Adriano Garcia, da Delegacia de Homicídios de Maringá, descreveu o apartamento como um “cenário de terror”. A vítima sofreu entre dez e doze golpes de arma branca. A polícia encontrou facas com sangue e marcas espalhadas por vários ambientes da residência.

O corpo da médica foi encaminhado para necropsia, que poderá confirmar oficialmente a causa da morte e ajudar a esclarecer a forma como o crime ocorreu.

Localização do suspeito

Após o crime, o suspeito se deslocou para Mandaguari, onde foi encontrado pela Polícia Militar na casa da mãe. Ele estava ferido, recebeu atendimento médico e ficou internado sob escolta policial. A investigação procura esclarecer como ocorreram e quando foram causados esses ferimentos.

Relação entre vítima e suspeito

Gassi Paola e o homem tinham um relacionamento complicado. Recentemente eles se separaram, mas haviam reatado. Nas redes sociais, apareciam juntos e, em dezembro de 2025, a médica publicou um ensaio fotográfico com o companheiro comemorando a chegada do filho.

A polícia busca reconstruir os últimos momentos antes da discussão que culminou no ataque para entender o motivo do crime. O caso permanece sob investigação da Polícia Civil do Paraná.

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