Amanda Maria Souza de Oliveira, de 38 anos, foi descoberta após manter uma falsa identidade como adolescente por cerca de 14 meses para ser adotada por uma família em Joinville, Santa Catarina. Ela agora cumprirá prisão domiciliar, decisão tomada pela Justiça local menos de um mês após sua condenação por estelionato e falsa identidade.
A sentença inicial determinou pena de um ano, seis meses e dez dias de reclusão e quatro meses e dezoito dias de detenção, no regime semiaberto, mas a progressão para prisão domiciliar foi autorizada devido à falta de estrutura adequada no Presídio Feminino Regional de Joinville. O bom comportamento de Amanda também contribuiu para a concessão da medida.
Durante o período em que manteve a identidade falsa, Amanda foi tratada como filha da família adotiva, recebendo moradia, alimentação e cuidados diversos. A fraude foi descoberta após suspeitas levantadas por familiares.




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