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Homem danifica caixas eletrônicos em cidades do Oeste do Paraná

Homem danifica caixas eletrônicos em cidades do Oeste do Paraná
Foto: O homem que danificou os caixas eletrônicos utilizou pedras e objetos para destruir as telas de agências em Céu Azul e Matelândia. Foto: Divulgação/PCPR

Um homem de 34 anos foi preso em Matelândia, no Oeste do Paraná, após danificar caixas eletrônicos em pelo menos três cidades da região. A prisão aconteceu na tarde de segunda-feira (10), após a Polícia Civil analisar vídeos que mostravam o suspeito usando pedras para quebrar as telas de uma agência bancária em Céu Azul.

O homem, identificado pelas iniciais G.O.S., foi encontrado em via pública vestindo roupas semelhantes às registradas nas imagens de segurança durante o crime.

Investigação e vídeos

A Polícia Civil de Matelândia iniciou as investigações após receber imagens via WhatsApp de um ataque ocorrido no dia anterior em Céu Azul. Nos vídeos, o homem aparece danificando caixas eletrônicos da agência do Sicredi com uma pedra, destruindo as telas de três equipamentos.

Danos causados

Além do uso de pedras, o suspeito urinou em um dos terminais em uma agência da Cresol em Matelândia, causando danos irreparáveis. Em outra ação, ele usou um extintor de incêndio para golpear um caixa eletrônico. Foram registrados ainda danos em agências do Banco do Brasil na região.

Confissão e antecedentes

Durante o interrogatório na Delegacia de Polícia de Matelândia, o homem, que vive em situação de rua, confessou os crimes. Ele afirmou que usa medicamentos controlados e que apresenta alterações comportamentais graves quando não os toma. De acordo com o suspeito, os ataques estariam ligados a traumas vividos na infância.

A ação causou prejuízos financeiros às instituições bancárias e transtornos à população, que ficou sem acesso aos serviços.

Próximos passos

Ainda que tenha confessado, o homem foi liberado, pois não estava em flagrante no momento da abordagem. Ele responderá pelos crimes de dano conforme a continuidade das investigações e decisão do Poder Judiciário.

Antes da liberação, os policiais civis organizaram suporte social com uma casa de acolhimento em Medianeira. Ele recebeu passagem de ônibus para se deslocar até Cascavel, e os agentes o acompanharam até a rodoviária para garantir o embarque e a segurança da operação.

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