As autoridades de saúde da França emitiram um alerta na última sexta-feira (21/8) sobre 300 mil camisinhas que apresentaram problemas na fabricação. Esses defeitos podem aumentar o risco de gravidez indesejada e a transmissão de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).
Desde maio deste ano, 260 mil unidades foram recolhidas pelas autoridades, mas cerca de 40 mil preservativos já foram vendidos pela internet e podem ter sido utilizados pela população.
De acordo com os órgãos de saúde franceses, a maioria desses produtos vendidos tem origem em fábricas asiáticas e pertence a quatro marcas diferentes.
Os principais problemas encontrados nas camisinhas são estouro e perfurações, que comprometem a segurança do usuário. Diante disso, o alerta é para que quem utilizou esses preservativos procure serviços de saúde para realizar exames que possam identificar possíveis infecções transmitidas sexualmente.




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