Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PL, entrou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o ministro da Fazenda, Dario Durigan. O motivo é o suposto uso da máquina pública para favorecer a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.
Segundo a equipe de Flávio Bolsonaro, o ministro estaria utilizando sua posição para atuar como porta-voz econômico da candidatura de Lula. A denúncia pede investigação sobre possíveis irregularidades e o esclarecimento dos custos relacionados às atividades eleitorais de Durigan.
A ação destaca que o ministro participou de eventos e reuniões oficiais, que teriam sido usados para promover a campanha de Lula. Entre as atividades questionadas está uma viagem a São Paulo em agosto, com encontros em instituições financeiras, na Fazenda e na Bloomberg.
O PL argumenta que a função pública de Durigan não deve ser utilizada para atividades eleitorais e questiona se a estrutura do ministério está sendo usada para apoiar a campanha do presidente.
No documento enviado ao TSE, os advogados apontam que compromissos eleitorais foram incluídos na agenda oficial do ministro, incluindo uma reunião fechada com representantes do setor financeiro, onde foram discutidas promessas de campanha.
O PL solicita que seja esclarecido quem custeou as despesas dessas ações, como deslocamentos e logística dos eventos. A equipe jurídica reforça que a presença dessas atividades na agenda oficial mostra a possível irregularidade no uso da estrutura pública.




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