A Justiça do Equador condenou o ex-presidente Lenín Moreno a cinco anos de prisão por envolvimento em corrupção. Ele foi julgado culpado por receber propinas relacionadas à concessão e financiamento do projeto hidrelétrico Coca Codo Sinclair, realizado pela empresa chinesa Sinohydro.
Além da pena de prisão, Lenín Moreno está proibido de ocupar cargos públicos permanentemente e deverá pagar uma indenização de 58 mil dólares. Também foi determinado que ele faça um pedido público de desculpas à população equatoriana.
A corte considerou culpados também outros funcionários ligados ao projeto, incluindo Conto Patiño, Luciano Cepeda Vasco, Henry Galarza Correa, Cai Runguo, Yan Huiju e Song Dongsheng, que atuavam como executivos e funcionários da Coca Codo Sinclair e da Sinohydro.
Segundo a denúncia, a família do ex-presidente teria recebido cerca de um milhão de dólares em propinas para favorecer a construção da hidrelétrica. Lenín Moreno nega as acusações e já anunciou que irá recorrer da decisão.




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