O ministro da Fazenda, Dario Durigan, criticou duramente o governo anterior pela falta de controle na regulação da economia, destacando problemas em setores como fintechs e empresas de apostas. Segundo ele, essa desorganização trouxe prejuízos ao país.
Durigan citou casos como o Banco Master e a Operação Carbono Oculto, realizada pela Receita Federal, Ministério Público de São Paulo e Polícia Federal para combater esquemas de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal ligados a grupos criminosos. O ministro ressaltou que a ausência de regras rigorosas fomentou essa situação.
No atual governo, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, houve um aumento da fiscalização das fintechs, que passaram a ser enquadradas como instituições de pagamento pela Receita Federal. Essas empresas inovam no mercado financeiro ao usar tecnologia.
Sobre as casas de apostas, Durigan se posicionou contrário à sua existência no Brasil, alegando preocupação com a população. “Minha posição sobre o jogo é diferente do ex-ministro da Economia, Paulo Guedes. Devemos proteger as pessoas e não permitir que as atividades ocorram sem controle. Por isso, sou contra o jogo e não gosto dele”, declarou.
Além disso, o ministro criticou os altos juros cobrados no país, destacando a taxa de 442,4% ao ano da modalidade rotativa dos cartões de crédito, conforme dados do Banco Central. Ele afirmou que esses juros abusivos prejudicam as pessoas e merecem atenção especial.




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