O instituto Real Time Big Data divulgou nesta sexta-feira (28) uma pesquisa eleitoral com os candidatos ao Senado pelo Paraná nas Eleições 2026. O cenário estimulado, que apresenta uma lista aos entrevistados, revela uma disputa acirrada com cinco candidatos muito próximos, com variações entre 20% e 14% das intenções de voto.
Considerando a margem de erro do levantamento, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, a diferença entre o líder e o quinto colocado pode ser de apenas dois pontos, variando de 18% a 16%.
O levantamento soma os cenários de primeiro e segundo voto, assim como será feito na apuração das eleições de outubro pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Este ano, o Paraná renovará duas das três cadeiras do Senado, e os eleitores deverão votar em dois candidatos diferentes. Caso o eleitor escolha o mesmo número nas duas votações, um dos votos será anulado.
Cenário estimulado com os dois votos somados e calculados na base 100%
* Joaquim do MLB (Unidade Popular) e Marcelo Marcelino (PCO) não pontuaram.
Diferença entre os cenários de primeiro e segundo voto na pesquisa ao Senado
No primeiro voto, destacam-se Deltan Dallagnol (28%), Alexandre Curi (20%), Gleisi Hoffmann (20%) e Filipe Barros (17%). Também chama atenção o baixo índice de indecisos (1%) e votos inválidos (1%).
No segundo voto, lideram Filipe Barros (18%), Cristina Graeml (17%) e Alexandre Curi (15%). O líder do primeiro voto, Deltan Dallagnol, cai para 12%, e Gleisi Hoffmann para 10%. O percentual de indecisos aumenta para 11%, assim como os votos inválidos, que chegam a 8%.
Primeiro voto
* Karen Guerreiro (Missão), Joaquim do MLB (Unidade Popular) e Marcelo Marcelino (PCO) não pontuaram.
Segundo voto
* Joaquim do MLB (Unidade Popular) e Marcelo Marcelino (PCO) não pontuaram.
Dados obrigatórios da pesquisa
A pesquisa do Real Time Big Data está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PR-07845/2026. O levantamento foi realizado entre os dias 24 e 27 de agosto com 1.600 eleitores, por meio de entrevistas presenciais, telefônicas e digitais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.




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