Abelardo de la Espriella, presidente da Colômbia, informou que seu governo realizou 17.147 prisões nos primeiros 36 dias de mandato. O anúncio foi feito em pronunciamento oficial, no qual ele destacou ainda as ações contra grupos ligados ao narcotráfico, reafirmando o combate ao crime organizado como prioridade.
Segundo De la Espriella, desde 7 de agosto, quando assumiu a Presidência, as forças de segurança capturaram 19 dos 24 líderes de estruturas identificadas como narcoterroristas, e cinco morreram em operações policiais e militares.
O presidente ordenou rever a situação de pessoas privadas de liberdade em instalações militares e delegacias, para garantir que estejam cumprindo os requisitos legais. Aqueles que não atenderem às normas serão transferidos.
O governo também trabalha em uma proposta para classificar guerrilheiros, narcotraficantes e outras organizações criminosas como terroristas. A ideia é criar um marco jurídico específico para a definição do terrorismo e os meios para combater esses grupos.
Rodrigo Lara, ministro do Interior, afirmou que está elaborando um “estatuto antiterrorista” para apoiar essa iniciativa.
No pronunciamento, o presidente fez a distinção entre manifestações pacíficas e atos violentos. Ele garantiu o respeito às manifestações realizadas dentro dos limites legais, mas deixou claro que vandalismo, ataques contra forças de segurança e à população civil não serão tolerados.




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