A disputa pelo governo de Pernambuco ganhou repercussão nacional após a divulgação de cartazes falsos com ofensas pessoais dirigidas à Raquel Lyra (PSD), que busca a reeleição. Esses cartazes, circulando nas redes sociais, fazem menção à morte do marido da governadora, Fernando Lucena, e ligam Raquel Lyra a figuras como o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), a ex-deputada Flordelis e a Elize Matsunaga.
A governadora classificou os ataques como excessivos e pediu respeito à sua família, ressaltando a dor pessoal vivida.
Diversos políticos, incluindo aliados e o principal adversário de Raquel Lyra na eleição estadual, João Campos (PSB), repudiaram a circulação desses cartazes. João Campos afirmou que sua campanha não tem relação com o material e declarou que tomará providências legais para investigar o caso.
João Campos também compartilhou uma experiência pessoal, à luz da morte de seu pai, o ex-governador Eduardo Campos, reforçando que tragédias familiares não devem ser usadas em disputas políticas.
O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), e Michelle Bolsonaro (PL), candidata ao Senado, manifestaram solidariedade a Raquel Lyra. A senadora Damares Alves (Republicanos) também criticou o nível dos ataques e defendeu o respeito durante campanhas eleitorais.
Além disso, o candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) manifestou apoio à governadora, atribuindo os ataques à esquerda e destacando sua confiança no reconhecimento do trabalho de Raquel Lyra pelos eleitores.
A campanha de Raquel Lyra informou que o caso foi levado às autoridades competentes. Um boletim de ocorrência foi registrado na Polícia Civil e a Polícia Federal foi acionada para identificar os responsáveis pela produção e circulação dos cartazes, considerados um episódio de violência política.




Deixe seu comentário