O candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, falou nesta quinta-feira (20/8) sobre a importância da autoridade moral para um presidenciável. Ele criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro, afirmando que ambos têm algo a esconder e vão se ausentar do primeiro debate marcado para o domingo (23/8).
Caiado afirmou que não está envolvido em irregularidades e garantiu que não tem nada para ocultar. Ele enfatizou que governar exige responsabilidade e que ele não participa de ataques, nem tenta justificar situações comprometedoras envolvendo familiares de adversários políticos.
O candidato também acusou o governo federal de usar a estrutura pública para proteger Lulinha, filho do presidente, e criticou as declarações de Lula ao minimizar acusações de corrupção relacionadas ao seu ex-chefe de gabinete. Segundo Caiado, o Partido dos Trabalhadores já aceitou a corrupção como normal.
Sobre as críticas a Flávio Bolsonaro, Caiado esclareceu que não se trata de ataques pessoais, mas sim de cobranças por transparência em temas como o Caso Master e o envolvimento com o documentário Dark Horse. Ele também descartou a ideia de que essas críticas prejudicam seu apoio entre eleitores bolsonaristas.
Em relação ao eleitorado bolsonarista, Caiado afirmou que a eleição presidencial deve ser decidida por mérito e história de vida, e não pela sucessão familiar.
Por fim, o candidato destacou sua longa ligação com o setor do agronegócio, afirmando que defende a agropecuária brasileira desde 1986, antes de se tornar uma área valorizada politicamente, e rejeitou a ideia de ter perdido apoio entre produtores rurais.




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