O assessor jurídico da Procuradoria-Geral de Marialva, no Norte do Paraná, foi exonerado após ser apontado como principal suspeito da morte da médica Gassi Paola de Souza Mazia, de 37 anos. A exoneração ocorreu ainda na noite do sábado (5), conforme confirmação da Prefeitura de Marialva.
Gassi foi encontrada morta com ferimentos de faca dentro de um apartamento em Maringá, cidade vizinha. Segundo as investigações da Polícia Civil, a médica e o suspeito mantinham um relacionamento conturbado e haviam reatado recentemente.
A Prefeitura de Marialva manifestou repúdio ao crime e informou que, ao tomar conhecimento oficial do caso, tomou a decisão imediata de exonerar o servidor. A exoneração foi publicada no Diário Oficial do município.
A administração municipal declarou ainda ser contra toda forma de violência contra a mulher e classificou como inaceitáveis atitudes que atentem contra a vida e a integridade das pessoas. Durante o tempo em que trabalhou no município, não havia registros ou denúncias de comportamento violento do ex-servidor.
Morte e prisão do suspeito
A médica Gassi foi encontrada morta após uma discussão em um apartamento próximo à Avenida Itororó, na região do Bosque 2, em Maringá. O suspeito teria esfaqueado Gassi, que não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
O crime foi descoberto por conta do choro de um bebê no apartamento. A Polícia Militar foi acionada e encontrou o corpo da médica junto ao bebê.
Após o crime, o suspeito fugiu para Mandaguari, onde foi preso na casa da mãe. Ele apresentava ferimentos provocados por faca, recebeu atendimento médico e está internado sob escolta policial. As circunstâncias desses ferimentos ainda são investigadas.
Trajetória profissional da médica
Gassi Paola de Souza Mazia trabalhava como médica na Unidade Básica de Saúde Nova Aliança, em Sarandi. A Prefeitura de Sarandi lamentou a morte da profissional e destacou sua dedicação no atendimento à comunidade.
A administração municipal manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho de Gassi, além de repudiar a violência contra as mulheres.
A investigação segue para esclarecer os detalhes do crime e as circunstâncias que levaram à morte da médica.




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